Storefront 2.0: Guia completo para migrar e garantir mais performance no seu e-commerce
Desvende o guia completo para a migração para o Storefront 2.0 da Wake e conquiste mais performance, simplificar...
Continue lendoUm dos maiores ralos de lucratividade do varejo não é a falta de vendas: é a invisibilidade dos produtos. O estoque parado em uma prateleira em uma loja física ou em um centro de distribuição é um custo financeiro e um fardo logístico. Mas, com tecnologia e uma visão inovadora, é possível transformar esse produto em um ativo de mídia poderoso.
O segredo dessa transformação está na orquestração omnichannel do negócio, o que é feito com o uso de sistemas OMS (Order Management System). É com o OMS que o varejista para de queimar margem com liquidações forçadas e passa a tratar cada item em estoque como uma oportunidade de conversão em tempo real.
O resultado é a simplificação do fulfillment, com redução de rupturas na jornada de compra e experiências muito mais positivas para os consumidores.
Em um varejo tradicional, os estoques da loja física e do e-commerce são tratados como mundos paralelos. Essa fragmentação faz com que um cliente possa entrar em seu site e não encontrar a camiseta M que deseja – mesmo se o produto estiver disponível em uma loja física perto dele. Quando isso acontece, o varejista não apenas perde uma venda: ele gera uma frustração e manteve um capital imobilizado (o estoque ficou parado).
A prateleira infinita é a resposta tecnológica para esse problema. Com o uso de um OMS robusto, as barreiras entre o digital e o físico desaparecem. O sistema unifica a visão de todos os pontos de estoque – centros de distribuição, dark stores e cada uma das lojas físicas da rede.
As vantagens aparecem rapidamente:
Ao tornar o estoque visível, o lojista transforma cada metro quadrado de suas lojas físicas em um centro de distribuição avançado e em uma vitrine digital para todo o negócio. Estoque parado é custo, mas estoque visível é ativo de mídia.
Quando um produto está disponível no seu OMS e, consequentemente, no seu site, ele está “anunciando” a si mesmo. Ele aparece nas buscas do Google, nos anúncios de remarketing e nas vitrines personalizadas. Se o produto está invisível em uma caixa no estoque de uma loja física, ele não existe para os clientes.
A monetização de ativos parados passa pela digitalização do inventário físico. O OMS transforma a logística em marketing: a disponibilidade imediata e a entrega rápida passam a ser argumentos de venda tão importantes quanto o preço ou o design do produto.
Em segmentos como moda e eletrônicos, em que existe um ciclo de vida definido para os produtos, a lógica é implacável: se o produto não vende na loja física em algumas semanas, aplicam-se descontos progressivos para fazer o estoque girar. A lógica está correta, mas sua aplicação nem sempre é a mais efetiva para o negócio: muitas vezes, o produto não é ruim; ele apenas está na loja errada, exposto para o público errado.
A visão unificada proporcionada pelo OMS permite dar vazão a produtos de baixa performance local, a partir dos canais digitais. Isso traz vários benefícios para o negócio:
A diferença entre o modelo tradicional e o uso de um estoque unificado para atender toda a operação do varejo é a diferença entre a fragmentação e a inteligência.
Para operacionalizar essa estratégia, o Wake OMS se torna o cérebro da operação. Ele vai além de listar os produtos, fazendo uma orquestração inteligente de onde cada pedido deve sair para garantir o menor custo logístico e o menor tempo de entrega.
O ecossistema Wake é a escolha de marcas que são referências absolutas em seus segmentos:
Essas marcas entendem que a tecnologia não é apenas um suporte, mas o motor que permite escalar a operação sem perder a eficiência de estoque. Nos casos da FARM Rio e da Shoulder, por exemplo, a capacidade de integrar o estoque das lojas físicas ao e-commerce é o que sustenta suas estratégias de crescimento agressivo e presença nacional.
Um dos exemplos mais emblemáticos de como o OMS impacta o giro de estoque é o caso da Shoulder. Antes da implementação das soluções Wake, a marca enfrentava um gargalo crítico no tempo de aprovação e processamento de pedidos. O processo levava cerca de 3 horas, o que gerava ansiedade no cliente e lentidão no giro do estoque.
Com a migração para a plataforma Wake e o uso de inteligência na orquestração dos pedidos, esse tempo foi reduzido para apenas 8 minutos. Esse ganho de 172 minutos por pedido representa uma forte aceleração no giro dos produtos, liberando espaço físico e capital de giro muito mais rapidamente.
Além disso, a agilidade reduz o índice de cancelamentos, garantindo que a venda iniciada no digital se concretize com sucesso.
Sua operação ainda sofre com o estoque preso em silos ou com a queima de margem em liquidações forçadas? O Unified Commerce não é mais uma tendência, e sim o requisito básico para quem deseja sobreviver e lucrar no varejo atual.
Fale com um especialista da Wake e descubra como o Wake OMS pode unificar seu estoque e acelerar suas vendas agora mesmo.