Dia dos pais 2023: como se preparar para a data
O Dia dos Pais marca a primeira data comercial e comemorativa do segundo semestre de 2023 e para...
Continue lendoHá três anos, comprar era diferente. Não radicalmente, mas o suficiente para hoje compararmos as nítidas barreiras que existiam entre físico e digital.
O consumidor navegava pelo site, encontrava o produto, ia até a loja e descobria que o estoque não sabia o que o site sabia. Ou comprava online e o pós-venda sumia num silêncio constrangedor. Ou simplesmente desistia, levado pela fricção acumulada de uma jornada que prometia fluidez e entregava obstáculos.
Por trás dessa experiência quebrada, havia uma lógica igualmente fraturada: apesar do mercado conhecer amplamente o omnichannel, muitos lojas online e físicas operavam como empresas diferentes que dividiam um mesmo CNPJ. Dados isolados, estoques invisíveis entre si, em 2023 os canais coexistiam sem se comunicar.
Foi nesse contexto de um varejo fragmentado que a Wake surgiu, voltada para transformar a complexidade operacional em jornadas fluidas e integradas para grandes marcas e ensinar a real definição do que é o tão falado unified commerce.
A pressão por mudanças não veio só de dentro do mercado, ela veio do consumidor. A pandemia acelerou o digital, o digital acelerou as expectativas, e as expectativas elevadas não retrocederam quando as lojas reabriam — só foram crescendo.
O consumidor de 2026 transita entre canais com naturalidade e espera que a marca acompanhe esse movimento sem atritos. Ele pesquisa no app, compra no desktop, retira na loja física — e espera ser reconhecido em cada um desses pontos de contato como se fosse sempre o mesmo cliente, porque é.
A personalização deixou de ser um diferencial para se tornar uma expectativa básica. De acordo com pesquisa da McKinsey com consumidores brasileiros, três a cada quatro entrevistados afirmam que comunicações personalizadas os tornam mais propensos a considerar uma marca e efetuar uma compra. E a Accenture aponta que 83% dos consumidores estão dispostos a compartilhar seus dados pessoais, desde que isso resulte em uma experiência mais relevante.
O consumidor já fazia sua parte e demonstrava o que queria. O que o varejo precisava era de tecnologia capaz de entregar.
No Unified Commerce, estoque, e-commerce, lojas físicas e CRM não são extensões de uma base de dados única. O catálogo, o perfil do cliente, o histórico de compras e o comportamento de consumo operam em tempo real, em um ecossistema que não distingue físico de digital porque, para o consumidor, essa distinção nunca existiu.
O estoque integrado e com atuação inteligente reduz drasticamente a ruptura, eliminando vendas perdidas. A comunicação orientada apenas por comportamento e intenção de compra passa a operar em escala, com segmentações que raramente refletem a realidade do consumidor.
E o vendedor, muda de papel. Com acesso ao histórico unificado do cliente, ele deixa de ser apenas atendimento e se torna um curador de relacionamentos, capaz de criar uma agenda de recompra que impulsiona o GMV de forma consistente e sustentável. Já o pós-compra passa a ser uma etapa estratégica de fidelização.
Nos últimos três anos, a Wake tem consolidado a verdadeira integração do comércio unificado, que vai muito além do omnichannel tradicional.
Essa visão já impulsiona a evolução de marcas que são referência em seus segmentos, como Shoulder, FARM Rio, Soneda, Ellus, Richards, Shop2gether, Magalu, Yamaha, UGG, Puravida, Buddemeyer e Telhanorte — empresas que escolheram uma base preparada para escalar operação, experiência e resultado com mais autonomia estratégica.
Para resolver as dores do varejo e garantir uma jornada de compra sem atritos, a Wake atua com um ecossistema completo focado em frentes essenciais:
A Wake conecta nativamente e-commerce, lojas físicas e estoque, eliminando silos operacionais. Através do Wake OMS, as marcas garantem uma visão 360° do inventário, viabilizando estratégias como prateleira infinita e ship from store. O diferencial está em recursos como o Change Seller, que identifica rupturas em tempo real e redireciona pedidos automaticamente, blindando a operação contra a perda de vendas.
Ao superar as limitações de sistemas legados, a arquitetura Headless e API-first da Wake garante governança e alta escalabilidade para o varejo digital. Essa estrutura modular permite que a marca teste inovações com um time-to-value muito menor, assegurando uma experiência de compra fluida em qualquer ponto de contato
A infraestrutura de checkout da Wake permite uma gestão dinâmica de carrinhos, com cálculos de frete em tempo real e aplicação de regras de negócio complexas, como cupons e condições de parcelamento. Tudo isso ocorre com o mais alto nível de segurança na captura de dados, garantindo uma finalização de compra fluida e protegida.
Com a plataforma de CRM Makreting da Wake, que integra integração entre as plataformas de CDP e CRM, sua marca pode usar dados comportamentais e de navegação para criar campanhas altamente segmentadas e precisas. Essa estratégia não só aumenta a taxa de conversão, mas também reduz o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) e eleva o retorno sobre o investimento (ROI).
Enquanto a integração de canais marcou o último ciclo, o futuro do varejo já é ditado pela Inteligência Artificial e pelo modelo de Agentic Commerce (comércio agêntico). Hoje, a IA funciona como o novo Google, e as jornadas de compra começam com perguntas diretas a modelos de linguagem (LLMs).
No Brasil, as recomendações personalizadas baseadas em IA geraram R$ 1,02 milhão em vendas apenas no mês de janeiro de 2025 no setor de moda e acessórios, segundo a ABCOMM.
Nesta nova era, o objetivo não é apenas integrar canais, mas sim ter maturidade de dados (AI Data Readiness) para que a IA atue como um agente autônomo, executando ações reais no lugar de apenas sugerir produtos. A Wake prepara as lojas para esse salto tecnológico baseando-se em três pilares fundamentais:
Visibilidade com GEO: a Wake implementa o arquivo llm.txt na raiz do site do e-commerce. Esse arquivo atua como um manual limpo e direto para as IAs, garantindo que elas compreendam e citem o catálogo, as regras de negócio e as políticas de frete corretamente, reduzindo “alucinações” e melhorando o ranqueamento nas respostas generativas.
Ação com MCP: essa estrutura transforma a IA de um simples chat de recomendação para um agente ativo que resolve problemas. Com o MCP conectado ao Wake Storefront, a IA consegue fazer buscas complexas por contexto, operar atributos do catálogo (como tamanho e cor) e até inserir os produtos no carrinho em tempo real.
Quer transformar sua operação e guiar seu varejo rumo ao comércio unificado preparado para ser lido por IAs? Conheça as soluções da Wake.