Fim das devoluções? Como a Realidade Aumentada redefine a lucratividade
Descubra como a Realidade Aumentada está acabando com as devoluções no e-commerce, economizando 66% do valor do produto...
Continue lendoA logística é uma atividade essencial para o e-commerce, a ponto de funcionar como uma ferramenta eficiente de marketing. Não é à toa que a entrega no mesmo dia ou no dia seguinte vem se tornando um diferencial estratégico, especialmente em períodos promocionais “com data marcada”, como Black Friday e Natal.
Se a logística é o novo marketing, o picking (a separação dos produtos) e o packing (a embalagem) são o “atendimento ao cliente” que acontece nos bastidores. Para muitos, essas etapas são apenas operacionais, mas, na prática, elas são o coração financeiro da operação logística.
Dentro do Centro de Distribuição (CD) ou da loja física, custos podem ser transformados em eficiência e resultados. A ineficiência mora nos detalhes do picking e do packing:
Estudos de engenharia logística apontam que o tempo de um operador no picking é distribuído, em média, da seguinte forma:
Se mais da metade do tempo do operador é gasto caminhando, não produzindo, reduzir essa fase com o uso de rotas inteligentes (roteirização dentro do armazém) aumenta muito a produtividade. Outra forma, mais cara, usada em CDs automatizados: os pallets de produtos são levados por robôs até os colaboradores, com um grande impacto na eficiência operacional.
Aqui é onde a operação encontra o financeiro. Segundo dados de um estudo da Universidade Georgia Tech, nos EUA o processo de picking pode representar até 55% do custo total de mão de obra dentro de um armazém.
Com isso, o custo do erro pode ser devastador. Um erro de picking (enviar o produto errado) não custa apenas o frete de ida e volta (logística reversa): um erro de separação pode reduzir a lucratividade do pedido em 13%, sem contar o custo intangível da insatisfação do cliente, que pode levar o churn.
No e-commerce, onde as margens são apertadas, uma operação de picking e packing ineficiente drena o lucro líquido – um pedido por vez.
Quando essa realidade é levada para o varejo omnichannel, a loja física se transforma em um hub de distribuição (ship from store) e o cenário muda drasticamente. O envio de pedidos online a partir das lojas físicas, usando o estoque disponível nos pontos de venda, aumenta a velocidade de entrega e a satisfação dos clientes, ao mesmo tempo em que reduz os custos.
Entretanto, diferente de um CD, a loja não foi desenhada para as atividades de picking e packing. E isso traz algumas questões importantes:
Para mitigar esses custos e riscos, a tecnologia de OMS (Order Management System) atua em duas frentes:
Picking e packing não são tarefas braçais: são estratégias financeiras. Reduzir o tempo de caminhada dos operadores e eliminar erros de separação é a maneira mais rápida de aumentar a margem do seu e-commerce sem precisar vender mais.
A verdadeira agilidade logística é uma combinação da ferramenta certa (OMS) com um processo interno organizado. O Wake OMS utiliza heurística flexível para direcionar os pedidos para as equipes mais ágeis. Isso reduz drasticamente seu tempo de entrega, aumenta a satisfação do cliente e garante que sua promessa de prazo seja cumprida.
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