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Fulfillment nativo: reduza custos e entregue mais rápido

Fullfilment
Juliana Rocha
Hora Post 6 min de Leitura
Data Post 12 de janeiro de 2026

O varejo brasileiro vive um momento de crescimento em meio a grandes desafios. Após faturar R$ 100,5 bilhões no primeiro semestre de 2025, a projeção de vendas do e-commerce brasileiro para o ano era de até R$ 235 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) – 10% mais que em 2024.

Por outro lado, o frete grátis, um pilar da experiência de compra digital, tem um grande custo escondido, uma vez que é caro levar os produtos aos clientes. Por isso, o frete no e-commerce é uma ferramenta que tem que ser usada no de forma estratégica.

Estima-se que os custos logísticos podem representar de 12% a 20% da receita das empresas de e-commerce. Mais do que uma linha na planilha de despesas, esse número reflete ineficiência e mostra que o “pós-clique” — tudo o que acontece entre a confirmação do pagamento e a entrega — tornou-se o verdadeiro campo de batalha das plataformas digitais.

No entanto, para a maioria dos varejistas, o pós-clique ainda é uma “caixa preta”. E é exatamente isso que o mercado precisa resolver para garantir que a omnicanalidade realmente aconteça em seus negócios.

O custo invisível da fragmentação

Quando falamos em operação omnichannel, a promessa é simples: comprar online e retirar na loja, ou usar o estoque da loja física para entregar na casa do cliente (Ship from Store). Mas sua execução é extremamente complexa.

Dados da Octadesk em parceria com a Opinion Box revelam que 58% dos consumidores já deixaram de comprar de uma marca devido a uma experiência ruim. Entre os principais motivos estão atrasos na entrega (28%) e a qualidade do serviço prestado. O marketing atrai e a plataforma converte, mas a operação falha em reter.

A raiz desse problema, muitas vezes, está na ferramenta tecnológica usada. A verdade inconveniente é que, em muitas empresas, o pós-clique é totalmente fragmentado, destruindo a experiência de compra construída até ali.

Muitas operações tentam manter o fluxo logístico em operação conectando múltiplos sistemas: um para receber o pedido, outro para bipar o produto, um terceiro para emitir a nota e um quarto para a transportadora. O resultado? Complexidade.

E a verdade é simples: se o sistema for difícil, a equipe de loja não adere. E se a loja não adere, o omnichannel não acontece e o varejo sai perdendo.

A revolução do Fulfillment nativo

Diante desse cenário de sistemas desconexos, o varejo passa a exigir soluções que centralizem a inteligência do negócio e garantam informações precisas, rapidamente acessíveis. É aqui que o módulo de Fulfillment do Wake OMS faz a diferença.

Mais que uma ferramenta de gestão, ele é um motor de eficiência para o negócio. Ele permite resolver 100% do pós-clique sem necessidade de integrações de terceiros, trazendo mais eficiência e produtividade.

O ciclo inteiro — separação, baixa de estoque, faturamento, expedição e tracking — acontece dentro de um único app mobile, nativo. Para o gerente de loja ou o operador logístico, isso significa facilidade de operação.

Tecnologia que guia a operação

A eficiência no chão de loja ou no centro de distribuição depende de processos ágeis de separação (picking) e embalagem (packing). O erro humano nessa etapa é uma das maiores causas de logística reversa, que drena a lucratividade dos negócios.

O Wake OMS resolve esse ponto com fluxos guiados e otimizados. O sistema oferece separação inteligente, permitindo o manuseio de múltiplos pedidos simultâneos e realizando a baixa de estoque em tempo real. Isso impede, por exemplo, que um produto vendido online continue disponível na prateleira física, evitando quebras de estoque.

Além disso, a inteligência de SLA monitora os prazos, gerando alertas automáticos e identificando gargalos antes que eles se transformem em atrasos na entrega.

Integração: o elo perdido do varejo

Um dos maiores desafios técnicos do e-commerce é a integração dos sistemas de vendas com ERPs legados. O módulo de fulfillment da Wake OMS foi desenhado para conexão fluida com os principais sistemas de gestão do mercado, garantindo velocidade e eficiência.

Isso permite que o faturamento seja integrado e que a geração de notas fiscais ocorra automaticamente dentro do fluxo, sem que o operador precise sair do aplicativo para acessar um computador no backoffice.

Para o consumidor final, essa integração se traduz em transparência. O tracking em tempo real e a linha do tempo completa do pedido mantêm o cliente informado a cada etapa, reduzindo a ansiedade e, consequentemente, o número de chamados no SAC.

É por isso que o OMS revoluciona a omnicanalidade e faz a operação do varejo funcionar com muito mais eficiência e resultados.

O novo papel da loja no fulfillment

O avanço do e-commerce não decretou o fim da loja física, mas fez com que ela se reinventasse. Nas operações de varejo mais modernas, as lojas agora funcionam como mini centros de distribuição, essenciais para reduzir o tempo de entrega e o custo do frete.

Mas, para que isso funcione, a tecnologia precisa se tornar uma aliada, deixando de ser um obstáculo. Ao centralizar o fulfillment no Wake OMS, o varejista ganha velocidade e aumento de produtividade. O foco deixa de ser “como usar o sistema” e passa a ser “como atender melhor o cliente”.

Em um mercado que deverá manter um crescimento de dois dígitos nos próximos anos, a margem para erros é pequena: qualquer falha pode causar um grande impacto nas vendas. Por isso, a capacidade de entregar rápido, certo e com baixo custo operacional se tornará um requisito essencial para os negócios.

Se há pouco tempo o OMS era visto como um orquestrador das operações omnichannel, hoje o posicionamento é outro: ferramentas como o Fulfillment Wake (disponível como parte do Wake OMS) se tornam um diferencial estratégico na operação omnichannel, garantindo performance operacional e impacto direto na margem.

Se a sua operação ainda sofre com processos manuais, fragmentados e lentos, está na hora de rever sua infraestrutura. O pós-clique não precisa ser o fim da experiência do seu cliente — ele deve ser o começo da fidelização.

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